A música na Interface da Aprendizagem

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  • Title: A música na Interface da Aprendizagem
  • Author(s): Katia Tarricone
  • Publisher: Common Ground Research Networks
  • Collection: Common Ground Español
  • Series: Aprendizaje
  • Journal Title: Revista Internacional de Educacion Preescolar e Infantil
  • Keywords: música, desenvolvimento, aprendizagem, Neurociências.
  • Volume: 1
  • Issue: 2
  • Year: 2016
  • ISSN: 2443-9835 (Print)
  • DOI: https://doi.org/10.18848/2443-9835/CGP/v01i02/105-115
  • Citation: Tarricone, Katia. 2016. "A música na Interface da Aprendizagem ." Revista Internacional de Educacion Preescolar e Infantil 1 (2): 105-115. doi:10.18848/2443-9835/CGP/v01i02/105-115.
  • Extent: 11 pages

Abstract

“A música, linguagem universal e atemporal, é poderoso recurso no desenvolvimento e aprendizagem do educando. Pesquisas das Neurociências a confirmam no funcionamento conjunto dos dois hemisférios cerebrais e alterações fisiológicas na modulação neurovegetativa e na produção de inúmeros neurotransmissores. As tecnologias da neuroimagem comprovam seu uso no aumento da sobrevivência dos neurônios e das sinapses (plasticidade cerebral). Assim, esta apresentação tem por objetivo destacar como as relações da música com o desempenho do sistema nervoso delineiam a ativação das variadas áreas do cérebro e possibilitam modificações das funções físicas e psíquicas produzidas durante o estímulo musical, além de explicitar a relevância da música para a prática educacional. Para isso, recorreu-se a uma pesquisa bibliográfica baseada em Marconi e Lakatos (2001). O referencial teórico abrange publicações sobre o tema em Levitin (2010), Rocha e Boggio (2012), Sacks (2007), Muskat (2015), Caznok (2008), Zampronha (2007), Snyders (2008), Platel (1997), Le Chevalier (1996), Zatorre (2012), entre outros. Os métodos e experiências utilizados em sala de aula evidenciam o desenvolvimento sígnico da inteligência espacial, lógica, no sentir e no pensar e em jogos do simbólico e do imaginário, principalmente nos primeiros anos de vida. Danças, peças teatrais, canto, exploração de instrumentos, folclore e outras atividades ressaltam sua característica lúdica e interdisciplinar. Resultados do estudo revelam melhor aprendizagem com as diversas formas de expressão cultural, social e emocional, e a inclusão de pessoas com transtornos ou disfunções do neurodesenvolvimento, como déficit de atenção e dislexia. Ainda, identifica-se maior capacidade de análise e síntese, ampliação de repertório, do vocabulário, da matemática e das habilidades para reconhecer/resolver questões cotidianas.”